MATERIAIS UTILIZADOS

AÇO CARBONO TOTAL – A peça é inteiramente fabricada em aço carbono relaminado de alta resistência mecânica – ou “ferro”, como é popularmente conhecido. É a combinação mais utilizada e que atende quase todas as aplicações, que não tem requisitos específicos de resistência à corrosão ou mecânica. São utilizadas em ambientes pouco agressivos. O material sofre um tratamento para aumentar a resistência à corrosão, chamado zincagem. Para que esse tratamento seja eficiente, os componentes devem ser processados separadamente. Portanto, se você observar uma abraçadeira rosca sem-fim, cujos componentes sejam da mesma cor, por exemplo, todos brancos, desconfie! Provavelmente a peça foi tratada depois da montagem, o que impede que a zincagem atinja todos os pontos,
prejudicando bastante a resistência à corrosão.

AÇO INOX PARCIAL – Todos os componentes são fabricados em aço inox, com excessão do parafuso, que é de aço carbono e recebe um tratamento de cementação para aumentar sua dureza. São utilizadas quando existem requisitos específicos quanto à resistência mecânica, ou seja, precisam de um torque maior. São largamente empregadas em aplicações automotivas.

AÇO INOX TOTAL – É a mais nobre das aplicações. Reúne o alto torque com a resistência à corrosão. Podem ser usadas em ambientes altamente agressivos como navios, barcos, refinarias, e também em indústrias alimentícias, assegurando assim uma higiene perfeita. Nossos produtos são submetidos periodicamente a vários níveis de testes. Para maiores esclarecimentos, citamos aqui alguns deles:

SALT SPRAY (ou névoa salina) – É um teste que acelera o processo de corrosão para que sua resistência seja medida. A peça é colocada em uma câmara submetida ao vapor d’água aquecido, com sal, devendo resistir durante um determinado tempo sem corrosão branca, que é a corrosão da camada de Zinco, e corrosão vermelha, que é a corrosão do metal base; ou seja, a própria abraçadeira. Se uma peça tiver resistência de 24 horas de SALT SPRAY, significa que quando submetida à câmara de testes por 24 horas, a camada protetora de Zinco não deverá sofrer corrosão. PVT (Pressão, Vibração, Temperatura) – Esse é o mais rigoroso dos testes. A peça é submetida às mesmas condições de um motor em funcionamento, em condições extremas. TESTE DE FORÇAS RADIAIS X TORQUE – Para algumas aplicações mais críticas, a medição do torque de uma abraçadeira não é suficiente para avaliarmos sua real eficácia. Procedemos então ao TESTE DE FORÇAS RADIAIS X TORQUE. Utilizamos um equipamento em que o torque é aplicado à peça e medimos a força radial resultante. É muito útil para verificarmos a eficiência da peça. Dessa maneira, pode-se saber se toda a força que o usuário aplicou no parafuso ou porca da abraçadeira foi transferida de fato para a mangueira. TRIDIMENSIONAL – Quando precisamos medir grandes peças, utilizamos um equipamento denominado TRIDIMENSIONAL, que proporciona extrema precisão e grande versatilidade, obtendo assim, melhores resultados.Muito se falou de vários testes e procedimentos adotados pela SUPRENS, mas como você pode ter certeza de que vários destes testes são executados de maneira constante e corretamente? Como garantir que a SUPRENS cumpra com todos os requisitos da indústria automobilística, que é a mais exigente do mercado? A resposta para todas estas questões está em nossos certificados! Nosso laboratório está equipado para executar o ensaio de névoa salina convencional e também ensaios cíclicos de corrosão, os quais são requeridos pela indústria automotiva com o objetivo de simularem a situação mais real com a interação de condições corrosivas adversas (névoa salina, chuva, condensação, ciclos de umidade/secagem e oscilações de temperatura). O Ensaio de Salt-spray (névoa salina) é voltada para o atendimento a ASTMB117 ou a NBR8094 e os Ensaios Cíclicos de Corrosão para atendimento as normas: VW PV1210; FORD CETP: 00.00-L-467; SCANIA STD4319 e GMW14872.
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